A Associação Portuguesa de Treino de Vela (APORVELA), entidade responsável pela organização da escala portuguesa da Tall Ships Races, acaba de confirmar as inscrições dos navios Classe A Fryderyk Chopin e Pogoria na Tall Ships Races Lisboa 2020, que decorre entre 2 e 5 de julho no Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia. Com estas confirmações, a Polónia torna-se numa
das nações mais representadas na etapa nacional dos grandes veleiros já com quatro presenças garantidas.
Construído entre 1990 e 1992, o STS Fryderyk Chopin é o mais jovem dos grandes veleiros polacos. Com um nome inspirado numa das personalidades mais marcantes da história daquele país, o compositor do século XIX, Fryderyk Chopin, o navio é atualmente um espaço de formação privilegiado para futuros marinheiros e amantes deste tipo de embarcações.

”2020 é um ano de muitas e relevantes iniciativas ligadas ao mar e, como tal, a agenda dos grandes veleiros mais emblemáticos do mundo está extraordinariamente mais cheia do que é habitual, por isso é com particular satisfação que anunciamos estas duas presenças nos nossos mares. Trata-se de duas das maiores atrações para o público nos diferentes portos que visitam e agora, felizmente, já podemos afirmar que Lisboa também fará parte do seu roteiro”, revela João Lúcio, Presidente da APORVELA.
Tal como o STS Fryderyk Chopin, também o Pogoria foi projetado por Zygmunt Choren: um arquiteto naval polaco reconhecido internacionalmente. Este é um navio de 1980, totalmente equipado, que surge na sequência de uma iniciativa educacional ligada ao universo marítimo. Com um comprimento aproximado de 50 metros, este veleiro é atualmente propriedade da Sail Training Association da Polónia e tem capacidade para 50 tripulantes.

“Mas convém destacar que, para além destas, também contaremos com as presenças do Belfer e do Koalicja, o que significa que teremos um país com enorme tradição de grandes veleiros, a Polónia, como um dos mais representados na TSRLX20. E este facto, só por si, acrescenta um valor tremendo ao evento“, conclui João Lúcio.